Inicial | Empresa | Artigos | Livros | Cursos e Treinamentos | Apresentações e Vídeos | Consultoria | Clientes | Fale Conosco | Mídia
Psicologia
Projeto Saúde Mental nas Empresas, para que e por que investir no seu colaborador
Projeto Saúde Mental nas Empresas, para que e por que investir no seu colaborador. Hoje o funcionário é considerado um dos bens mais preciosos de qualquer empresa. Produção de mercadorias, aulas, prestação de serviços, suporte técnico, atendimento ao cliente ou controle de qualidade só podem ser processos empresariais eficazes e economicamente viáveis porque em sua base está o trabalho destes homens e mulheres a quem chamamos também de colaboradores. Mesmo quando intervêm as máquinas, ainda são eles quem as supervisionam e as mantém funcionando perfeitamente. Não por acaso, o conjunto de funcionários de uma empresa na atualidade tem recebido a denominação de “capital humano”. Vivemos a realidade de um mercado cada vez mais estreito. Atualmente quase todas as organizações já resolveram as grandes questões que afligiam o mundo empresarial até dez ou quinze anos atrás e agora se encontram em busca do “detalhe” que as diferencie das demais. Neste contexto, uma parceria cuidadosa no âmbito do bem estar mental dos colaboradores pode ser um destes diferenciais entre uma empresa bem sucedida e outra incapaz de competir; pensando assim, funcionário satisfeito, feliz e bem emocionalmente, conseqüentemente, produzirá mais. Criar uma parceria no âmbito do bem estar mental dos colaboradores das empresas, poder-se-a desencadear este diferencial entre as demais empresas aqui na região; funcionando como um algo a mais em benefício ao seu colaborador e para a própria empresa. É fato amplamente comprovado pela literatura que o bem estar psíquico do funcionário na empresa é fator determinante de seu desempenho. Segundo Chiavenato, (1981, pg. 97) __ “O ajustamento não se refere somente à satisfação das necessidades fisiológicas e de segurança, mas também à satisfação das necessidades de pertencer a um grupo social de estima, e de auto-realização. É a frustração dessas necessidades que causa muitos dos problemas de ajustamento, afastamentos e insatisfação. Como a satisfação dessas necessidades superiores depende muito de outras pessoas, particularmente daquelas que estão em posições de autoridade, torna-se importante para a administração compreender a natureza do ajustamento e do desajustamento”. Ainda segundo Chiavenato (idem), “Um bom ajustamento denota Saúde Mental”. Conflitos hierárquicos, falta de clareza sobre o que fazer e a quem se reportar, falta de confiança no próprio desempenho, exaustão física e emocional e problemas pessoais dos mais variados tipos são fatores que interferem de maneira decisiva no desempenho de todos os escalões de funcionários nas empresas. (Revista Veja ano 35, nº. 16, pg. 75). Sem dúvida, o “capital humano” é nos dias de hoje um dos investimentos mais certos e de maior benefício para empresas de qualquer ramo de atuação. Chiavenato, (1981, pg. 60) em seu Modelo Sistêmico de uma Organização, verifica que as variáveis interpessoais e sociais (liderança e supervisão, comunicação, processos grupais e relações intergrupais) quando consideradas e avaliadas geram produtividade, comprometimento, motivação, satisfação, inovação, flexibilidade, desenvolvimento pessoal e imagem positiva da empresa, proporcionando assim lucro e crescimento para a organização. Além disso, valorizar o chamado “conhecimento tácito” dos funcionários (forma de conhecimento advindo das experiências de vida significativas e do contato pessoal afetivo) também vem sendo hoje fator de diferenciação. Captar aquilo que o funcionário traz consigo de mais pessoal e humanizar as relações no trabalho torna disponível à empresa a força de um conhecimento que muitas vezes ela mesma não sabia que tinha. (Folha de São Paulo, 30/05/02, Caderno Equilíbrio, pg. 6-8). Dos objetivos, método e intenções do Projeto Saúde Mental: Visando minimizar os efeitos das tensões da vida cotidiana sobre a empresa e seus funcionários, pretende-se por meio de práticas terapêuticas, isto é, da psicoterapia e do acompanhamento psicológico, uma forma de intervenção altamente eficiente, já utilizadas em variados âmbitos institucionais; funcionando como uma espécie de convênio psicológico que a empresa disponibilizaria a seus colaboradores. O maior objetivo é o de proporcionar saúde mental aos colaboradores através da divulgação do profissional psicólogo e do seu trabalho enquanto profissional da saúde, suas contribuições para a empresa. Este tipo de parceria para divulgação de profissionais da psicologia já foi implantado com sucesso em outras instituições como, Bancos, Hospitais e Grandes Organizações. O objetivo geral deste convênio é o de propiciar também, o desenvolvimento do papel profissional do psicólogo através de sua atuação na área clínica, desempenhando seu papel na sociedade. A proposta deste convênio parceria é favorecer o resgate da responsabilidade (entendida como "habilidade para responder"), ou seja, oferecer ao capital humano, as pessoas, as ferramentas de que ele necessita para corresponder às solicitações de sua vida pessoal e principalmente do trabalho. Assim, a capacidade de resolver problemas, conciliar vida pessoal e vida profissional; desta forma, o colaborador substitui a paralisia de estar diante de situações com as quais não sabe lidar. Os atendimentos aos colaboradores das empresas interessadas no projeto, que assim necessitar e procurar, seriam feitos nos consultórios dos próprios psicólogos credenciados com a empresa; estes profissionais obrigatoriamente são portadores de registro no órgão competente da Psicologia denominado CRP (Conselho Regional de Psicologia) e o pagamento das sessões seriam feitos diretamente aos psicólogos, desabonando a empresa de qualquer ônus ou contrato de trabalho com os profissionais psicólogos. O diferencial deste convênio, além da isenção de taxas para a empresa, é a não restrição ao número de consultas psicológicas que a pessoa necessitar. Os planos de saúde depararam-se com a lei outorgada a partir de 02 de abril deste ano, que obriga o próprio plano de saúde custear 12 sessões a seus conveniados durante o ano; porém esta restrição dificulta o trabalho psicológico e interfere no seu resultado; muitas vezes o conveniado não dá continuidade ao tratamento por não ter mais a gratuidade do serviço ou mesmo uma possível indicação de outro profissional da área. Em determinados momentos, o paciente precisa de cuidados intensivos e o limite imposto pelos planos não atendem estas necessidades; assim o proposto convênio saúde em parceria com a empresa tem como objetivo não só o direito do psicólogo ao mercado de trabalho, mas luta também pelo direito das pessoas de ter acesso a saúde mental, ter acesso a atendimento psicológico de qualidade e conhecer a atuação e trabalho do psicólogo enquanto profissional da área da saúde. Contrastando o paradigma dos grandes convênios e suas restrições para obedecer à lei da agência nacional de saúde; concluí-se que esta presente parceria de psicólogos e empresas alia a questão da necessidade do bem estar mental das pessoas, juntamente com o trabalho psicológico exercido com ética, sigilo e comprometimento; além de oferecer consultas ilimitadas a preços acessíveis sem ônus para as empresas; irá proporcionar possibilidades para que a pessoa consiga conciliar vida profissional com vida pessoal, principalmente aprender a separá-las e trabalhar de forma integral e responsável; lidar com os conflitos da vida cotidiana e também minimizar custos para as empresas em termos de faltas, ausências e afastamentos por depressões, ansiedade, luto, etc. O maior investimento das empresas hoje está concentrado no seu “capital humano”, um capital imensurável... Miriela De Nadai – Psicóloga CRP: 06/88259 Fone: 19.3405-8419 e-mail: mirieladenadai@vivax.com.br
Sobe