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DIABETES
O que é diabetes, como ocorre,
como se manifesta, quais os principais sintomas?
Se você não é
daquelas pessoas iniciadas no assunto diabetes ou se tem dúvidas sobre
tais informações, este é o lugar certo para ter noções básicas e
corretas do que é o diabetes.
Mas se você já tem essas noções básicas, conheça a nossa seção de
cuidados básicos, com dicas simples e fáceis para melhorar sua qualidade
de vida.
Além disso, você pode entrar em contato com a Associação de diabetes
de sua região, para orientação e informações adicionais.
Sobe
Noções básicas
O
diabetes é uma enfermidade que provoca o aumento da quantidade de açúcar
(glicose) no sangue por falta absoluta ou relativa de insulina.
Aumento da quantidade de glicose no sangue
Transformamos grande parte dos alimentos que ingerimos em glicose.
Essa glicose é transportada no sangue até as células, onde será usada
como fonte de energia. Para facilitar esse transporte, nosso corpo
produz uma substância chamada insulina. Quando se tem diabetes, o corpo
não produz insulina ou não produz o suficiente, ou ainda a insulina
produzida não funciona adequadamente. Daí o aumento da quantidade de
glicose no sangue.
Alto nível de glicose no sangue: sintomas e conseqüências
Sem a insulina ou com o funcionamento inadequado dela, a glicose
vai-se acumulando no sangue e é eliminada na urina. Os sintomas do
diabetes são cansaço, perda de peso, sede, necessidade freqüente de
urinar e visão turva. Com o tempo, podem surgir sérios problemas nos
olhos - levando até à cegueira -, nos nervos, no coração, nos pés, nas
artérias e nas veias.
Os tipos de diabetes:
Diabetes do Tipo I (diabetes mellitus insulinodependente):
A falta de insulina ou sua produção insuficiente pelo corpo obriga a
pessoa a aplicar insulina. Ocorre com mais freqüência em jovens.
Diabetes do Tipo II (não insulinodependente):
É o caso de pessoas que produzem insulina, que não funciona de forma
adequada. Atinge mais os adultos, pessoas com antecedentes familiares de
diabetes ou com excesso de peso. Alimentação adequada, exercícios
físicos, controle de peso e, em alguns casos, medicamentos, sejam
comprimidos ou insulina, ajudam no controle desse tipo de diabetes.
Testes para se detectar glicose no sangue
Os testes mais comuns são:
- colocar uma gota de sangue em um medidor
especial;
- teste da urina, usando uma fita especial
que, em contato com a urina, acusa a presença de glicose ou cetonas. A
presença de cetonas na urina pode significar que o nível de glicose no
sangue está descontrolado;
- exame de sangue chamado HbA1C, que mostra o
nível médio de controle da glicose sangüínea (glicemia) nos últimos 2
ou 3 meses. É um exame importante para o controle durante o tratamento
do diabetes.
De qualquer forma, a indicação sobre o teste mais apropriado deve ser
feita pelo médico.
Sobe
Baixo nível de glicose no sangue - Hipoglicemia
A insulina ou comprimidos, ao mesmo tempo em que ajudam a controlar o
diabetes, podem baixar o nível de glicose no sangue, especialmente
durante ou depois da prática de exercícios físicos. (Outros fatores que
podem levar a esse quadro são a alimentação insuficiente ou o uso de
medicamentos em excesso).
Sintomas de baixo nível de glicose no sangue
Os sintomas são tremor, tontura, irritabilidade, sudorese e cansaço.
Na presença de alguns desses sintomas deve-se comer ou beber
imediatamente algum alimento doce. Importante: procurar sempre a melhor
orientação com o médico, sobre como evitar tais situações devido à
hipoglicemia.
Orientações em caso de
doença
O diabetes pode ser mais difícil
de controlar quando você estiver doente. Nessas ocasiões você deve ter
sempre à mão fitas para medir a cetonúria e alimentos especiais para o
caso de ter hipoglicemia. As seguintes orientações podem ajudá-lo(a) a
manter o controle do diabetes:
- Relate qualquer doença ao seu médico quando
ela provocar aumento da glicemia e/ou causar cetonúria. Procure o seu
médico logo caso você precise de orientações sobre como tratar a sua
doença ou se não houver melhora em 6-8 horas.
- Teste a glicemia e as cetonas
freqüentemente, ao menos a cada 2-4 horas, até que os resultados
estejam normais.
- Procure o seu médico para solicitar
orientações, especialmente se a glicemia permanecer muito alta (igual
ou maior a 250mg/dl) por mais de 6 horas, se a cetonúria durar mais de
6 horas, se você não conseguir ingerir fluídos ou alimentos por mais
de 4 horas, se você tiver febre, se a doença durar mais de 24 horas,
se você estiver desidratado, se tiver dor abdominal severa ou se tiver
outros sintomas inexplicáveis.
- Quando falar com o médico tenha em mãos os
resultados dos testes de glicemia e cetonas urinárias e a temperatura.
- Continue aplicando a insulina, mesmo se você
não estiver ingerindo alimentos sólidos ou se estiver vomitando. Sua
necessidade de insulina pode permanecer a mesma ou até aumentar se
você estiver doente. Caso você tome antidiabéticos orais, continue com
a dose normal. No caso de vômitos, procure seu médico. Se a glicemia
estiver menor do que 70mg/dL e você ingerir um antidiabético oral pode
ocorrer hipoglicemia. Nessa situação, procure o seu médico.
- Continue a alimentar-se e ingerir líquidos
mesmo se estiver vomitando, se tiver diarréia ou se a glicemia estiver
alta. Ingira pelo menos 45-50g de carboidratos a cada 3-4 horas para
evitar a hipoglicemia enquanto a insulina elimina as cetonas. Caso os
alimentos normais não sejam bem tolerados, tente líquidos contendo
carboidratos ou alimentos leves. Os seguintes alimentos (nas
quantidades mencionadas) contêm 15g de carboidrato:
- 1/2 copo de refrigerantes normais
- 1/2 xícara de gelatina normal
- 1 copo de bebida isotônica (do tipo
Gatorade)
- 1 xícara de sopa
- 1/2 copo de suco de fruta
- 1 fatia de torrada
- 6 bolachas cream cracker
- Para evitar a desidratação, beba pelo menos
250ml de líquido a cada hora. Caso isso provoque vômitos, limite o
líquido a 1-2 colheres de sopa a cada 20 minutos. Líquidos com
minerais, tais como caldos e bebidas isotônicas, ajudam a evitar a
desidratação.
- Limite as suas atividades caso a sua
glicemia esteja maior do que 250mg/dL ou a cetonúria esteja aumentada.
Como controlar a glicose
No diabetes, manter a saúde é controlar o nível de glicose no sangue
(glicemia). Para se ter uma idéia, a glicemia normal para uma pessoa que
não tem diabetes antes de uma refeição é de 70 a 110 mg/dl. Para cada
caso, contudo, um médico é quem deverá estabelecer o nível desejável
assim como a melhor maneira para o controle das taxas glicêmicas.
Sobe
Nível de glicose no sangue
Exercícios, alimentos, medicamentos e a tensão afetam o nível de
glicose no sangue. Ele pode subir se a pessoa comer demais, se estiver
sob muita tensão, se não tomar medicamento suficiente ou se estiver
doente.
O médico deve ser informado se a glicemia estiver sempre alta ou se
isto ocorre em apenas determinadas horas do dia. Ele também deve ser
avisado se surgir algum dos sintomas característicos, como cansaço e
sede constantes, excesso de urina ou visão distorcida.
Uma forma muito simples e prática para acompanhar e controlar a
glicemia é utilizando uma tabela de controle de glicemia, onde você
anota dados sobre o nível do açúcar em seu sangue, em vários períodos ao
longo do dia.
Baixo nível de glicose no sangue (menos de 70 mg/dl)
É o tipo de situação que se manifesta geralmente com pessoas que tomam
medicamentos para o diabetes e insulina e devem sempre estar atentas às
possibilidades de isso ocorrer.
Estou doente. O que faço?
Em caso de doença, o diabético precisa de tratamento especial, que
inclui tomar os medicamentos, fazer exame de urina ou de glicemia pelo
menos a cada quatro horas.
Se não puder comer, deve tomar bebidas que contenham açúcar.
É necessário entrar em contato com o médico se o diabético não conseguir
comer, se estiver vomitando, se tiver diarréia, se o exame acusar a
presença de cetonas na urina ou se estiver com o nível de glicose no
sangue fora da meta que o médico estipulou.
Duvidas Frequentes
Para que serve o teste da hemoglobina glicosilada?
O teste da hemoglobina glicosilada ou hemoglobina glicada ou
glicohemoglobina ou HbA1C era praticamente desconhecido há 10 anos.
Hoje, ele é utilizado para saber se o diabetes está bem controlado ou
não.
O teste da hemoglobina glicosilada informa qual foi a média de todas
as glicemias nos últimos três a quatro meses. É um exame que requer
apenas uma gota de sangue e pode ser feito em qualquer horário do dia,
estando o paciente em jejum ou não. Isso é muito importante, porque o
exame não terá o seu resultado modificado caso o paciente tenha feito
uma dieta correta nos dias anteriores à coleta ou tenha feito exercícios
físicos recentemente.
O exame da hemoglobina glicosilada, o qual chamaremos de HbG daqui
para frente, pode ser feito tanto nos casos de diabetes do tipo 1 como
do tipo 2.
A utilização desse teste ficou popular após a publicação de
importantes estudos sobre relação entre o controle do diabetes e o
surgimento de complicações. Os estudos mais importantes são o DCCT
(Diabetes Control and Complications Trial) e o UKPDS (United Kingdom
Prospective Diabetes Study). Nesses estudos ficou clara a relação entre
os níveis de HbG e o surgimento de algumas das complicações do diabetes
– nefropatia, retinopatia e neuropatia.
Sobe
O que é hemoglobina glicosilada?
A hemoglobina é uma molécula de proteína que está dentro dos glóbulos
vermelhos (hemácias) que são as células do sangue responsáveis por levar
o oxigênio dos pulmões para o resto do corpo. Da mesma forma que todas
as outras proteínas, a hemoglobina pode ligar-se a açúcares como a
glicose. A ligação da glicose com a hemoglobina é chamada de
glicosilação e é uma ligação irreversível. A taxa de formação de HbG é
diretamente proporcional à concentração de glicose no sangue.
Se a glicemia esteve alta durante uma semana, mais hemoglobina ficará
glicosilada e esse fato ficará na “memória” das hemácias até que a
última delas tenha sido substituída por uma nova hemácia, que fará novas
ligações com a glicose. O processo de substituição das hemácias é
contínuo, mas o tempo médio de vida destas células é de cerca de três
meses. Isso significa que o exame da hemoglobina glicosilada mostrará
como foi o controle médio da glicemia nos últimos três meses.
Quanto mais glicose houver no sangue, mais hemoglobina ficará
glicosilada. Uma pessoa que não é diabética tem cerca de 5% de
hemoglobina glicosilada. Nos pacientes diabéticos, quanto maiores forem
os níveis de glicemia, maior será a porcentagem de hemoglobina
glicosilada. Por exemplo, se a glicemia média for de 120mg/dL, a HbG
será de aproximadamente 6%. Em outro caso, se a glicemia média for de
330mg/dL, a HbG será de aproximadamente 13%.
A HbG é a mesma coisa que a A1C?
Todas as ligações de hemoglobina e glicose são consideradas
glicohemoglobinas ou hemoglobinas glicosiladas. A hemoglobina A1C é uma
hemoglobina específica porque a ligação da glicose e da hemoglobina
ocorre apenas em um local da molécula de hemoglobina. Alguns métodos de
laboratório medem todas as HbG juntas e outros medem apenas a A1C, porém
todos fornecerão a mesma importante informação sobre os níveis médios de
glicemia. É necessário sempre verificar quais são os valores normais de
cada tipo de teste. Essa informação vem junto com o resultado do exame.
Para resolver o problema de interpretar resultados com valores
diferentes seria necessário padronizar os métodos de realização dos
exames. Várias associações de diabetes no mundo estão trabalhando para
que isso aconteça no futuro.
O resultado do teste de HbG representa a “memória” da
glicemia de quantos meses?
A vida-média das hemácias é de 90 dias. A HbG representa a memória da
glicemia desse período.
Na verdade a HbG é uma média ponderada dos últimos três a quatro meses
porque não ocorre uma substituição total das hemácias uma vez a cada
quatro meses. A reposição é constante e uma pessoa tem ao mesmo tempo
hemácias novas, de meia-idade e velhas.
O resultado da HbG é mais afetado pelos níveis mais recentes de
glicemia do que pelos antigos. As glicemias dos últimos três a quatro
meses contribuem com apenas 10% do resultado porque a maior parte das
hemácias antigas já foi substituída. Os níveis de glicemia do último mês
têm peso maior, cerca de 50% do resultado.
Essas características da hemoglobina glicosilada podem causar um
desvio do resultado às vezes. Para evitar isso é importante que o exame
seja feito a intervalos regulares, três ou quatro vezes por ano.
Sobe
Qual a frequência para a realização do exame?
A hemoglobina é uma molécula de proteína que está dentro dos glóbulos
vermelhos (hemácias) que são as células do sangue responsáveis por levar
o oxigênio dos pulmões para o resto do corpo. Da mesma forma que todas
as outras proteínas, a hemoglobina pode ligar-se a açúcares como a
glicose. A ligação da glicose com a hemoglobina é chamada de
glicosilação e é uma ligação irreversível. A taxa de formação de HbG é
diretamente proporcional à concentração de glicose no sangue.Se a
glicemia esteve alta durante uma semana, mais hemoglobina ficará
glicosilada e esse fato ficará na “memória” das hemácias até que a
última delas tenha sido substituída por uma nova hemácia, que fará novas
ligações com a glicose. O processo de substituição das hemácias é
contínuo, mas o tempo médio de vida destas células é de cerca de três
meses. Isso significa que o exame da hemoglobina glicosilada mostrará
como foi o controle médio da glicemia nos últimos três meses.Quanto mais
glicose houver no sangue, mais hemoglobina ficará glicosilada. Uma
pessoa que não é diabética tem cerca de 5% de hemoglobina glicosilada.
Nos pacientes diabéticos, quanto maiores forem os níveis de glicemia,
maior será a porcentagem de hemoglobina glicosilada. Por exemplo, se a
glicemia média for de 120mg/dL, a HbG será de aproximadamente 6%. Em
outro caso, se a glicemia média for de 330mg/dL, a HbG será de
aproximadamente 13%.Veja na tabela abaixo alguns valores médios de
glicemia e sua correspondência em HbG.
Se a HbG pode mostrar como foi o controle da glicemia
durante vários meses, por que é necessário fazer exames de glicemia
todos os dias?
Isso funciona mais ou menos como uma temporada de futebol. A HbG é a
soma de pontos de todos os jogos que vai decidir qual o melhor time no
final e a glicemia de jejum é o resultado de uma das partidas.
A glicemia de jejum é importante para que sejam tomadas decisões no
dia-a-dia, como modificar as refeições, exercitar-se mais ou menos ou
modificar a dose de insulina.
Entretanto, é impossível fazer tantos testes por dia para ter uma
idéia geral do controle em um período maior de tempo. Por exemplo, se um
diabético do tipo 2 faz sua glicemia de jejum uma vez ao dia, antes do
café da manhã, obtendo resultados em torno de 120mg/dL e seu exame da
HbG mostra um resultado de 11%, isso quer dizer que, provavelmente, as
glicemias após as refeições devem estar muito altas e a glicemia média
deste paciente deve, na verdade, estar em torno de 270mg/dL. Esse
paciente deve fazer modificações no seu esquema de tratamento e fazer
testes de glicemia mais frequentes para melhorar o controle glicêmico.
Vejamos outro exemplo: um paciente diabético do tipo 1 faz testes de
glicemia três a quatro vezes por dia e obtém resultados bons, sempre em
torno de 70 a 140 mg/dL, mas sua HbG é de 12% indicando uma glicemia
média de 300mg/dL. Qual é o problema?
A situação deve ser avaliada. Raramente, alguma medicação pode
modificar o resultado da HbG, aumentando-o. Algumas pessoas têm tipos
diferentes de hemoglobina, que também falseiam o resultado. Anemias e
perdas de sangue podem diminuir o valor da HbG. As situações mencionadas
são raras, neste caso é mais provável que os testes de glicemia não
sejam precisos, ou não estejam sendo lidos corretamente, ou que o
glicosímetro tenha algum defeito.
Quais foram os resultados do DCCT e UKPDS em relação à
HbG?
O propósito desses estudos foi determinar se o melhor controle
metabólico diminuiria as complicações do diabetes.
O DCCT, realizado em diabéticos do tipo 1, mostrou que em pacientes
que mantiveram uma HbG em torno de 7% houve redução da retinopatia
(76%), proteinúria (34%), neuropatia (fazer caixa com as definições que
estão no glossário) (69%) e hipercolesterolemia (34%). (fazer caixa com
definição de hipercolesterolemia, conforme texto enviado para ser
incluído no glossário)
O UKPDS, realizado em diabéticos do tipo 2, também mostrou redução de
nefropatia (25%) e retinopatia (25%) nos pacientes que mantiveram a HbG
próxima de 7%.
VALOR ALTO DE HEMOGLOBINA GLICOSILADA É FATOR DE RISCO PARA
COMPLICAÇÕES DO DIABETES
Em qual nível deve ser mantida a HbG?
Para responder a essa pergunta são necessárias algumas considerações.
Primeiro, valores dependem do método utilizado. O estudo DCCT adotou o
HPLC como a metodologia de referência e os valores normais para esse
método são 4.0 a 6.0%.
Segundo, não existe um número que sirva para todos os pacientes.
Pacientes diabéticos que conseguirem manter a HbG em torno de 7%
certamente têm um bom controle metabólico e menor risco de complicações.
A meta de tratamento deve ser atingir o valor mais baixo possível da HbG
sem a ocorrência de hipoglicemias graves.
A HbG pode ser utilizada para diagnóstico e pesquisa
de diabetes?
Até o momento, não existem dados conclusivos sobre esse assunto. O
diagnóstico e pesquisa do diabetes são feitos por meio dos exames de
glicemia de jejum e teste de tolerância oral à glicose.
O que é e para que serve o teste da frutosamina?
A frutosamina refere-se a um nome genérico para a estrutura formada
pela interação de glicose com amino grupos do aminoácido lisina presente
na albumina e teoricamente representa a maioria das proteínas
glicosiladas circulantes. A determinação da frutosamina dá uma idéia da
média das glicemias nas últimas duas a três semanas, sendo um parâmetro
de controle metabólico do paciente diabético, especialmente de gestantes
diabéticas. É pouco sensível para diagnóstico de diabetes, diferindo da
hemoglobina glicosilada por integrar os fenômenos de hiper ou
hipoglicemia de um período mais curto. Os valores normais de referência
são 205 a 285 micromol/L.
Sobe
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