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6. COMBATER A AIDS, A MALÁRIA E OUTRAS DOENÇAS

Um dos maiores problemas mundiais são as doenças que atingem grande número de pessoas – e sabemos que a prevenção é a melhor maneira de combatê-las.


O Brasil tem o maior número de casos de malária das Américas, e é o terceiro lugar do mundo em incidência dessa doença.
Os casos de Aids, no entanto, diminuíram em quase todos os grupos. O único grupo em que houve aumento foi no de mulheres dos 13 aos 19 anos.

 

Brasil
O Brasil foi o primeiro país em desenvolvimento a proporcionar acesso universal e gratuito para o tratamento de HIV/AIDS na rede de saúde pública. Mais de 180 mil pessoas recebem tratamento com antiretrovirais financiados pelo governo. A sólida parceria com a sociedade civil tem sido fundamental para a resposta à epidemia no país. De acordo com a UNAIDS, a prevalência de HIV no Brasl é de 0,5% e há 620 mil pessoas infectadas.

Mundo
Todos os dias 6,8 mil pessoas são infectadas pelo vírus HIV e 5.,7 mil morrem em conseqüência da Aids - a maioria por falta de prevenção e tratamento. O número de novas infeccções vem diminuindo, mas o número de pessoas que vivem com a doença continua a aumentar junto com o aumento da população mundial e da maior expectativa de vida dos soropositivos. Houve avanços importantes e o monitoramento progrediu. Mesmo assim, só 28% do número estimado de pessoas que necessitam de tratamento o recebem. A malária mata um milhão de pessoas por ano, principalmente na África. Dois milhões morrem de tuberculose por ano em todo o mundo.

Metas do Objetivo

7. Até 2015, ter detido a propagação do HIV/Aids e começado a inverter a tendência atual.

8. Até 2015, ter detido a incidência da malária e de outras doenças importantes e começado a inverter a tendência atual.

SUGESTÕES DE AÇÕES:

* Cuidar de nossa higiene, e incentivar e orientar que outros façam o mesmo;

* No verão, época de epidemias de dengue, fazer visitas domiciliares para mostrar os locais que podem favorecer a dengue;

* Incentivar a população a participar das campanhas de vacinação;

* Fazer campanhas de informação, mobilização e combate à Aids e de outras doenças epidêmicas;

* Fazer levantamento sobre os serviços disponíveis – remédios, postos de saúde, centros de atendimento.

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